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CNE 39 - Santa Isabel, Lisboa

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> Técnica / Cultura Escutista > Os Nós

Os nós

Os nós incluídos nesta lista são os necessários para a prova de técnica dos Exploradores, para a insígnia de Bronze.

A importância dos nós

Todos os escuteiros devem saber fazer nós. Apesar de fazer um nó poder parecer uma coisa simples, há maneiras de os fazer bem, e de os fazer mal. Da perfeição com que o nó está feito pode, em última instância, depender uma vida.

Para cada fim existe um nó exacto. Os nós também podem ser utilizados para a decoração de objectos comuns.

O nó certo é o que resiste ao maior esforço empregado e se desfaz facilmente quando se quer.

O nó direito

O nó direito é utilizado para unir duas espias da mesma bitola.

Quando utilizado com cabos, não se segura e se não for bem socado, pode-se desfazer quando a tensão das cordas ceder.

A execução do nó direito
como fazer o nó direitoCruzar o chicote esquerdo sobre o direito (1) e laçar (2); cruzar de novo sobre o esquerdo (3) e laçar. De cada lado os chicotes ficam lado a lado.

O nó de correr

O nó de correr serve para fixar rapidamente uma corda a tronco, por exemplo. Com o nó de correr, quanto mais puxarmos, mais apertado fica o laço em torno do objecto. ATENÇÃO Nunca utilizar o nó de correr para um salvamento! (como é lógico)

Duas maneiras de executar o nó de correr
Dar uma volta pelo objecto e passar um chicote sobre o outro (1); com o chicote fazer um nó simples (2), obtendo (3)

Fazer um cote directo (1), e passar o chicote livre por dentro da argola, dobrado, formando um seio.

O nó de barqueiro/nó de porco/volta de fiel

O nó de barqueiro herdou o seu nome do facto de ser o nó utilizado pelos barqueiros para prender as embarcações ao cais. Também tem o nome de nó de porco porque era utilizado para prender as pernas do porco.

O nó de barqueiro é utilizado para amarrar um cabo a um mastro ou viga, para fixar uma corda sujeita a uma tensão constante a uma estaca e para começar e terminar o botão em esquadria.

Existem inúmeras maneiras de executar o nó de barqueiro, nesta tabela são apresentadas duas...
Duas argolas, uma em cote directo, e outra em cote inverso (1), passando uma sobre a outra.

Rodear o tronco, ou viga, e cruzar (1); rodear de novo e passar o chicote livre por baixo da corda, onde cruza, saindo o chicote entre as duas argolas (2). Os chicotes saem por lados opostos.

O nó de encurtar ou catau

O nó de encurtar serve para, como o nome indica, encurtar, ou esticar, um cabo largo, ou espia, sem desatar os chicotes. Também serve para reforçar um cabo ou espia que tenha um ponto franco.

Forma-se um S com a corda e, de seguida, dão-se as voltas que se vão encapelar nas dobras da corda.

Para maior segurança pode-se enfiar um pau nas argolas, ou enfiar o chicote (se estiver disponível), pela laçada formada na dobra do S.

O nó de cabeça de cotovia ou de pescador

O nó de cabeça de cotovia, ou de pescador é o nó utilizado para unir de cordas de bitolas iguais ou próximas, sendo muito finas ou estando molhadas ou escorregadias.

A execução do nó de cabeça de cotovia

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Colocam-se as cordas lado a lado, e em sentidos contrários, de modo a que o chicote de cada uma delas possa dar um nó no seio da outra. Para o nó ficar bem socado, é necessário que os nós simples encostem bem um ao outro.

Se quisermos que este nó fique ainda mais seguro, faz-se da mesma forma, mas dando duas voltas em torno da outra corda com os chicotes, fazendo assim o nó de cabeça de cotovia dobrado.